As 3 ideias de JOBS


Se você quer entender o que fez de Steve Jobs um cara genial, não olhe para a Apple. Olhe para a concorrência. Porque entre smartphones, tablets e notebooks, tudo que está no mercado foi influenciado pela visão que ele tinha da tecnologia. E esse foi seu mérito: ao conceber produtos cada vez mais simples de usar, Jobs apontou o caminho que a indústria tecnológica deveria seguir. Mas isso não significa que todas as suas invenções revolucionaram o planeta. Steve Jobs não é um gênio por ter feito celulares bonitinhos. Esse foi o motivo pelo qual ele ficou bilionário. Ele tampouco merece ser endeusado por reinventar os filmes de animação – o mundo estaria em paz sem Buzz Lightyear. Criar o iPod? Um trabalho sublime, mas coloquemos as coisas sob perspectiva: há milhares de invenções mais importantes. As idéias que fizeram de Steve Jobs alguém que definiu nossos tempos foram apenas três. Mas elas causaram impactos gigantescos. Não se viu algo assim desde a revolução cultural dos anos 60. A primeira é o PC. Antes do lançamento do Apple II e do Macintosh, na virada dos anos 80, computadores eram coisas complexas demais, usadas apenas por engenheiros, ou inúteis demais, usadas apenas por nerds.  Jobs adicionou o mouse e uma navegação simples o suficiente para ser compreendida por mortais. E assim definiu o que deveria ser um computador para uso pessoal – o passo decisivo para todos estarmos conectados hoje.A segunda idéia foi levar a internet para o bolso. O conceito do iPhone foi seguido por todos os fabricantes. Quando cada pessoa tiver um smartphone no bolso, e isso é uma questão de tempo, vamos ver uma mudança equivalente à da chegada da internet nas nossas casas.

E tem a terceira idéia, tão radical quanto óbvia: acabar com as duas anteriores. Ou juntá-las numa só. Aconteceu o lançamento do iPad – o embrião do mundo pós-PC. Muita gente duvida, mas eu aposto: em alguns anos o principal computador da maioria das pessoas em casa e no trabalho será um tablet. E, quando o mundo mudar novamente, mais uma vez ele terá sido o responsável.

Para você entender a importância destas transformações, nós fizemos um infográfico que mostra o lugar de Jobs entre grandes inventores – vai ficar mais claro o quanto ele, Thomas Edison e Arquimedes têm em comum.

FONTE: SUPERINTERESSANTE

Por: Sérgio Gwercman

O INFOGRÁFICO  

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Irena Sendle


Irena Sendle morreu… sabes quem era?

Nem sempre o premio é atribuído a quem mais o merece…

Irena Sendle

Uma senhora de 98 anos chamada Irena faleceu há pouco tempo.

Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.

Mas os seus planos iam mais além… Sabia quais eram os planos dos nazistas relativamente aos judeus (sendo alemã!)

Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhoneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da caminhoneta um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazistas quando entrava e saia do Gueto.

Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.

Por fim os nazistas apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas, braços e prenderam-na brutalmente.

Irena mantinha um registro com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.

No ano passado foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz… mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por uns dispositivos sobre o Aquecimento Global.

Não permitamos que alguma vez esta Senhora seja esquecida!!


Gente, adorei este texto que recebi por e-mail, então repasso para vocês se divertirem ao perceber semelhanças com nossa vida!!!

VIDA IMPERFEITA

(Texto na Revista do Jornal O Globo)

‘Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado,  decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros..

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias..

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante’

Martha Medeiros – Jornalista e escritora